comoserforte
Estou abrindo mão, é isso. Sim, isso mesmo, chega. Chega de se doar, chega de ajudar e de estar sempre disponível. Certas coisas chegam no limite, e bom, eu cheguei no meu. De agora em diante as coisas são diferentes. É 8 ou 80, nada de meios termos. Eu não mereço isso, ninguém merece viver assim, viver de incertezas e de um pouco aqui e ali, e disso eu sei, todos nós sabemos.
Cambaleei.  (via clamam)
antipoetico
Mas que é eu me conheço, entende? Nunca vou ao final de nada, porquê sou medrosa, sou egoísta e maluca. Se eu perder, não consigo dizer que dói, que aquilo foi importante. Não sei remar, falar de forma clara, não consigo abraçar sem que me peçam isso. Eu sou fraca. Vejo as pessoas indo embora e aceno de volta. Mesmo que eu chore, eu nunca digo.
October, 1994.    (via antipoetico)